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novo endereço para papopalavras
grato pela visita!
Escrito por NiLsOn MuNiZ às 14h45
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pátodomun
bunitotu nomundonu donodomun domundotu bunitotu
Escrito por NiLsOn MuNiZ às 19h58
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... e por aí vai
minha palavra é música minha música é onda minha onda é teatro meu teatro é casa minha casa é corpo meu corpo é sonho meu sonho é vida minha vida é amor meu amor é fé minha fé é imbatível e eu danço meu caminho meu caminho eu sou eu sou minha palavra
Escrito por NiLsOn MuNiZ às 17h09
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anjo de asas pintadas
anjo de asas pintadas
por onde anda o teu pensamento de tinta
que pinta o teu sentimento de gente
a frente acima aceite e vá
aponte o aqui que te convém
que vai que vai na ponte em ti
venho te contar
se vem dor não é lugar
água que apague as mágoas rasas
vencedor só vai se dar
no amor onde pairam tuas asas
Escrito por NiLsOn MuNiZ às 17h05
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tel aviv
dali da tela
viva da terra
vi tel aviv
de david
ou de alah
de onde
old jaffa já fala
sliha para israiar
que ouvi de lá
ialah ualah
behazleha
dela dará
toda rabah
bela toda
sababa pura
da terra
de alah e david
que vi ali
até la vie
que vá até
vou
tê-la viva
tel aviv
v
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Escrito por NiLsOn MuNiZ às 16h08
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vai ver...
se alguém algoz vier com algo mais que lhe pareça atroz indigno de paz lembra que ninguém é ninguém ninguém é ninguém para ser mal-tratado pisado ou passado pra trás e o passado pra trás ficou já não é mais o que fica é passado pois o que é é o que vai vai ver que o que é é o que vai vai ver que só quem é é quem vai vai ver deixa estar para ser vai ver tudo é só uma bobagem a mais nesta sua bagagem pra esta passagem fugaz lembra que também há tambéns ademais os poréns no porão destas têmporas que amparou temporais o tempo com suas vendas se foi com seus vendavais vai ver que o que é é o que vai vai ver que só quem é é quem vai vai ver deixa estar para ser vai ver tudo é só uma miragem a mais e entender a mensagem já são outros carnavais
Escrito por NiLsOn MuNiZ às 16h59
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o belo que quase morreu
...o belo que quase morreu...
tudo que quase morre vive o que vive vi... vê o que vive vim ver o que houve ouve: o que vê? aqui vai: à que vem? vento ia ventania quando venta vem teu guia rê-ver com fé em ti que em ti confia vem tu rê-inventa rê-aventura tua via ar-rê-voa em asa de teu vôo maioria que quem voa é pura asa que teu vôo só tu cria o que vê é a direção do teu gesto à criação voa voa coração que sem ti nada haveria
Escrito por NiLsOn MuNiZ às 09h11
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sobre o que poetizo (resposta à pergunta de fil - poeta malandromonge)
se viver é poetizar poetizo a vida sem fronteiras pelas estâncias sem distâncias o trem do instante a cada estação se viver é poetizar apenas vivo poetizo e sigo pois se não... tudo que vem seria vão escolho que poetizo estou vivo então
Escrito por NiLsOn MuNiZ às 20h53
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sumonada
sumi num sumo só supra sumo bem pra cima da glândula gomo sopro sem sono só pra pega rumo que isso de sumiço é inguiço sem viço pra quem passagem noutra paisagem aqui a que me arrumo logo não sumo apareço sem ser visto que isto de toda hora também demora é muito serviço sou do agora que não cansa não explica não implica descansa porquês e comos o eu está para os sumos assim como nós para os somos
suimioquê ... sumonada!!!
Escrito por NiLsOn MuNiZ às 16h59
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ar e te ar de te ar me de me te ar no de ter me de me ter me no te mer me de me dar ter me de ar de ar me ter ter ra e mar de ter me ar a te ar me de ar te ar te ar te ar me de mor a mor no de mor ar dar me de a mor de a mor me dar de ar te ar te de min a te dar me de min de min ar te de ter min ar de ar ter e ar te dar de ar te ar te de ar te ar
Escrito por NiLsOn MuNiZ às 11h55
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quem te sente
abraço de presente presente de surpresa surpresa que se preza prosa que se abre obra que desdobra quatro braços que se cobrem se recobram num apreço não tem preço esse pedaço o passado para o espaço me refaço e reconheço meu presente é o que abraço! o recebo... e agradeço
gracias
Escrito por NiLsOn MuNiZ às 00h12
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deliberium
de um lírio delírium delirios delícias de gritos de corpos deleites aos litros delitos delatos relatos põe-se os pilatos pilares pelados de sensos non sences sem tensas sentenças sem terças intensas insanas inversas conversas sem versos sem táticas sintéticas sem tetos nem pernas contatos sem tato sem tantos contratos nem trecos ou truques o mega mágico ômega ilógico sem juízo sem destino ou aviso de chegada clarão de romper madrugada sem medo contudo segredo sem nada saladas desfrutes deflóreis delírios tremem tremens trens em destrilhos das mentes sem dentes dementes contentes bem sob os seus cílios.
o delírio é bom?
qual o maior delírio bom?
delire... o que é bom?
Escrito por NiLsOn MuNiZ às 08h48
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retrato morto de um bailado
Em um estalo um instante
Em um instante um estalo
Em um instante me instalo
Estalo instante estalo instante
Constante
Instante estalo instante estalo
Constante ao léo
Constante é o tao
constante é o neo neandertal
um fato fractal fatal ou foto
síntese sem tese
uroborus boreal
um relato um trato
retrato mimo automimese
uroborus boreal
censura rasura grave
bravura gravura breve
decifrar alguém se atreve
dançar ao som desta rave
registro homem momento misto
portátil tátil intento listo
preserva ti vo volátil lento
versátil verso inútil visto
um verbo ou outro vento
qualquer outro invento disto
silêncio balburdia caos
abstrato abismo absorto
aos baldios mortais
aos tais o deus de um mundo
morto
e outros mais.
Escrito por NiLsOn MuNiZ às 16h41
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meio assim
o espaço em nossa volta volta e meia um meio passo um passo em falso facilmente a gente cai do nada e nada deixa nada beira nada deira nada era como antes antes fosse possível me te ver ter e aqui me levanto toco barco adianto para o lá bem aqui ta tudo bem aqui ta tudo igual ta tudo quase igual tudo tal qual amanhã de manhã e depois de amanhã e depois é depois e depois agora me deposito por escrito eu grito transito entre palavras áridas áridas áridas arear a mente a gente sente diferente assim meio calado paracálidas cálidas cálidas carapálidas barganho mil perguntas permito-me permuto-me respostas apostas sentimentos momentos entretantos contentos tento esquecer meio assim do eterno sim que finda o mim omem amem
Escrito por NiLsOn MuNiZ às 10h04
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toco de gente
pra você talvez...
apenas um pedaço de madeira jogado dando sopa aí de bobeira pode talhar-me um nome e carregar-me ao suór do sovaco não falo não sinto não exalo pode me amar me odiar se cansar censurar-me esconder-me num saco agora arma que afugenta o fraco outrora brasa aquecendo o buraco oco do homem oco do oco nem são nem louco tampouco não sou gente... não pulso sou madeira sou ripa sou toco companheiro portátil e prático pronto a consolar sem verdades que doem... uma obra de arte genial utilize-me e rotule-se o tal.
Escrito por NiLsOn MuNiZ às 07h26
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