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toco de gente
pra você talvez...
apenas um pedaço de madeira jogado dando sopa aí de bobeira pode talhar-me um nome e carregar-me ao suór do sovaco não falo não sinto não exalo pode me amar me odiar se cansar censurar-me esconder-me num saco agora arma que afugenta o fraco outrora brasa aquecendo o buraco oco do homem oco do oco nem são nem louco tampouco não sou gente... não pulso sou madeira sou ripa sou toco companheiro portátil e prático pronto a consolar sem verdades que doem... uma obra de arte genial utilize-me e rotule-se o tal.
Escrito por NiLsOn MuNiZ às 07h26
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